Embaixada da Espanha promove palestra na Ufam

Tendo como objetivo divulgar as oportunidades de estudos na Espanha, a coordenação do curso de Língua e  Literatura Espanhola da Faculdade de Letras promove a palestra “Estudar na Espanha”, a ser proferida pela Conselheira de Educação da Embaixada da Espanha no Brasil, senhora Inmaculada Fernandez.

O evento é aberto a toda comunidade acadêmica e ocorre no dia 22 de maio, próxima terça-feira, às 10h30, no auditório Rio Solimões, localizado no Instituto de Filosofia Ciências Humanas e Sociais (antigo ICHL).

Além disso, em parceria com a Ufam, a Conselheira ministra curso de “Atualização Didática para professores de Espanhol”, de 21 a 25 de maio, 2018, com participação do professor Saturnino Valladares, que ministra aula sobre o Ensino de Literatura na Escola.

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Download this file (CURSO_ATUAL_ESPANHOL.pdf)Quadro do Curso

Inscrições abertas para cursos de inglês específicos gratuitos

O Programa Idiomas sem Fronteiras (IsF) na Ufam, coordenado pelo professor Wagner Barros Teixeira,  está com inscrições abertas para os cursos presenciais de Inglês Oferta 4 de 2018, conforme o calendário abaix. Podem se inscrever alunos, professores e servidores da Ufam.

 

Inscrições

Até dia 22 de maio

Resultado

25 de maio

Remanejamento

28 de maio a 11 de junho

Início das aulas

04 de junho (aulas de segunda e quarta-feira).

05 de junho (aulas de terça e quinta-feira).

 

 

Cursos

Dias e Horários

 

Compreensão escrita: estratégias

Segunda e Quarta, das 18:00 às 20:00

Terça e Quinta, das 10:00hs às 12:00hs

Terça e Quinta, das 14:00hs às 16:00hs 

Produção Oral: entrevistas

Terça e Quinta, das 18:00hs às 20:00hs

TOEFL ITP: Simulados

Terça e Quinta, das 12:00hs às 14:00hs

TOEFL ITP: Estratégias 

Segunda  e Quarta, das 12:00hs às 14:00hs

Produção Oral: recepção de estrangeiros

Terça e Quinta, das 14:00hs às 16:00hs 
Compreensão oral: palestras e aulas Terça e Quinta, das 16:00hs as 18:00hs
Produção Oral: debates Terça e Quinta, das 14:00hs às 16:00hs

 

 

 

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Download this file (EDITA04_ISF_INGLES.pdf)Edital 04/2018 IsF

Universidades italianas ofertam bolsas de estudos

Os interessados em fazer mestrado na Itália podem contar com um número generoso de bolsas de estudos no país. Há, por exemplo, programa do governo italiano que contempla cursos de pós-graduação – e que seleciona alunos internacionais, como é o caso dos brasileiros.

Além disso, instituições específicas lançam iniciativas próprias, com benefícios parciais ou integrais, para estudantes com bom desempenho acadêmico. As universidades de Pádua, Milão e Bocconi são exemplos das que promovem programas próprios, que ofertam desde um desconto na anuidade até apoio financeiro para acomodação e manutenção no país.

 Universidade Luigi Bocconi

A instituição tem um nome a zelar, em especial, nas temáticas voltadas aos negócios. Para os interessados em fazer cursos de mestrado na Itália, há uma variedade de opções em inglês e italiano, incluindo Marketing Management e Economia e Ciências Sociais.

Para quem busca formas de viabilizar a formação no exterior, há bolsas de estudo disponíveis anualmente, com inscrições feitas até 31 de maio. Os Bocconi Graduate Merit Awards cobrem o valor da anuidade,  cerca de 13 mil euros, e também oferece uma vaga nas acomodações da universidade para um número limitado de alunos.

Não há um processo separado para bolsa, já que os estudantes são analisados assim que enviam os documentos para candidatura padrão ao curso (como histórico acadêmico, currículo e exames de proficiência).

Politecnico di Milano

A instituição apresenta mais de um programa de bolsas anualmente: um deles, dividido em três chamadas, para os alunos que começam o curso em setembro, e outro, para os ingressantes em fevereiro, 2019. Para os interessados em fazer mestrado na Itália e que desejem iniciar seus estudos em fevereiro de 2019, as applications estarão abertas a partir de 24 de maio, 2018.

Como auxílio financeiro, o Politecnico di Milano oferece três tipos de bolsas de estudo, nomeadas como SilverGold e Platinum. A Silver cobre apenas a tuition, enquanto que a de nível Gold soma a tal benefício um prêmio anual de 5 mil euros. Esse valor deve ser usado, em parte, para cobrir a acomodação na universidade e o restante para gastos do aluno durante o período de estudos. Já a Platinum totaliza 10 mil euros em seu prêmio anual, além de cobrir o valor integral da anuidade.

Os critérios para estabelecer os ganhadores incluem desde um desempenho acadêmico de destaque até um bom portfólio e uma carta de motivação que chame a atenção dos avaliadores.

 

Universidade de Pádua

No caso da Universidade de Pádua, há mais de um programa de bolsas disponível para alunos internacionais – além de iniciativas focadas em áreas específicas, como as engenharias. De modo geral, os estudantes internacionais devem se candidatar no começo do ano letivo (em janeiro ou fevereiro) para iniciar os estudos em setembro.

É o caso do Padova International Excellence Scholarship Programme, disponível para estudantes que sejam de fora da Itália e estejam entre os melhores de sua turma na graduação. As bolsas da Galilean School of Higher Education também selecionam estudantes com desempenho excelente e exigem, na candidatura, uma lista de documentos como cover letter e diploma da graduação.

Para os interessados em embarcar para o mestrado na Itália nas áreas de engenharia, gestão, tecnologias da informação e economia, há ainda as bolsas Invest your Talent. Nesse caso, o processo de admissão demanda que o estudante grave um vídeo de apresentação, além de submeter documentos como currículo em inglês, cartas de recomendação e testes de proficiência em inglês, como TOEFL e IELTS.

Fonte notícia

 

Concurso cultural premia com bolsa para curso de inglês na Irlanda

Para participar do concurso e concorrer à bolsa para curso de inglês na Irlanda com tudo pago é necessário ser maior de 18 anos, ter disponibilidade para viajar na primeira semana de agosto de 2018 e permanecer na Irlanda durante três semanas.

No momento da inscrição, o candidato deve fazer o upload de um vídeo de até um minuto contando como gostaria de aproveitar o verão na Irlanda.

Segundo o regulamento do concurso, a qualidade técnica do vídeo não é crucial, o importante é expor o participante e sua desenvoltura diante das câmeras. Até porque o vencedor fará parte de uma websérie gravada na Irlanda durante as três semanas do curso. Os critérios para julgamento dos vídeos são originalidade, compatibilidade com o tema proposto e impacto emocional apresentado nos seus vídeos.  

O prazo final para inscrição é 3 de junho, 2018.

Sobre o curso de inglês

O vencedor do concurso de vídeos vai passar três semanas na cidade de Galway, na Irlanda, com tudo pago (curso de inglês, passagem aérea, hospedagem, seguro saúde e duas refeições por dia). Além disso, também estão inclusos os custos do transporte para as atividades que serão filmadas na Irlanda para a websérie que será publicada no YouTube em setembro de 2018.

Acesse regulamento

Inscrições aqui.

 

Ufam participa do seminário "40 anos do Tratado de Cooperação Amazônica"

A professora Marilene Corrêa, docente do Programa de Pós-Graduação em Sociedade e Cultura na Amazônia (PPGSCA), é a representante da Ufam no seminário internacional "40 anos do aniversário de assinatura do Tratado de Cooperação Amazônica - TCA: um debate sobre o futuro da Amazônia", promovido pela Associação PanAmazônia, em parceria com a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) e o Instituto de Pesquisas em Relações Internacionais (IPRI), do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O evento ocorre até amanhã, 11 de maio, 2018, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).

Assinado em 1978 pelos países amazônicos, o Tratado é um instrumento de orientação para que a cooperação regional promova ações voltadas para o desenvolvimento da Região Amazônica. O evento é uma oportunidade para discutir sobre o destino regional e conta com a participação de palestrantes do mais elevado gabarito. Um dos palestrantes é o embaixador Rubens Ricupero, que terá sua palestra veiculada por vídeo.

Fonte notícia Ascom Ufam

Governo do Japão oferece bolsas para brasileiros

Por meio do Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão, MEXT, o Governo do Japão, buscando estreitar laços diplomáticos com países e contribuir para a internacionalização do Japão, além de permitir o desenvolvimento de futuros profissionais mundiais, oferece bolsas nas modalidades de Graduação e Pesquisa/Pós-Graduação (com a oportunidade de Mestrado ou Doutorado).

Todas as bolsas garantem a isenção de despesas universitárias de matrícula e mensalidades, além de um valor mensal que pode variar entre ¥117 mil e ¥145 mil ienes (aproximadamente 3.800 a 4.700 reais) e passagens aéreas do aeroporto internacional mais próximo até a cidade de Narita. O primeiro ano consiste em um curso preparatório de língua e cultura japonesa, e aulas preparatórias com matérias de acordo com o curso escolhido. Como requisito geral, os participantes, apesar de não precisarem necessariamente ter nível avançado de japonês, devem estar dispostos a aprender a língua e a cultura japonesa e manter suas notas e frequências em bons níveis. As candidaturas podem ser feitas nos consulados e embaixadas do Japão no Brasil – inclusive em Manaus.

Confira detalhes sobre as modalidades das bolsas:

Graduação

A variedade é um destaque, com cursos ofertados entre as áreas de exatas, humanas e biológicas. É possível estudar História, Engenharia, Direito, Literatura, e até mesmo Medicina nessa modalidade. A bolsa tem o mínimo de 5 anos, e para alguns cursos da área da saúde pode chegar a 7. É requisitado que os jovens tenham de 17 a 21 anos, boas médias no ensino médio, conhecimentos avançados de inglês ou japonês - além de serem saudáveis, o que é um pré-requisito para todas as bolsas. Para alguns cursos, é necessário conhecimento avançado de japonês. As inscrições vão de 21 de maio a 18 de junho. Cheque o edital completo em inglês aqui.

Pesquisa (Mestrado e Doutorado)

Os candidatos devem aplicar para um campo ligado à sua área de formação. Além disso, devem ter o máximo de 34 anos de idade (nascidos após 02/04/1984), e a bolsa dura de 1 ano e 6 meses a 2 anos. Para se inscrever, é necessário que os candidatos preencham um formulário, e entreguem cópias de seu diploma e histórico universitário, assim como um projeto de pesquisa  de no máximo 4 páginas e curriculum. É possível verificar o edital completo em inglês aqui.

Em ambas as modalidades os candidatos passam pelas etapas de análise documental, provas escritas e entrevista. Na modalidade de Pesquisa ainda existe uma segunda fase onde o candidato deve contatar a universidade japonesa desejada. No site Study in Japan, além de dicas e mais detalhes sobre as bolsas, também é possível encontrar exemplos das provas.

Fonte notícia       

Como o “gap year” pode ajudar sua carreira?

A expressão em inglês pode não ter chegado às conversas de muitos brasileiros, mas o conceito em si não é estranho. O gap year funciona como um período de transição entre a saída do Ensino Médio e o ingresso no Ensino Superior. Em outras palavras, uma pausa entre os dois pontos, em que o aluno não está matriculado ainda na graduação.

Para os interessados em estudar fora, esse período pode ajudar na preparação da application. Como o gap year permite uma “pausa” na rotina, é possível investir em outros interesses (como o aprendizado de um idioma) ou aperfeiçoamento de alguma habilidade.

No caso da mineira Karina Pimenta, que hoje faz a graduação em Harvard, o tempo fora da escola não serviu apenas para elaborar sua candidatura com calma. “Eu tirei o gap year por mim, para mim, e o que saísse dele seria uma consequência”, diz ela. “Se eu passasse em alguma universidade, ótimo. Se não, foi a melhor oportunidade que eu dei a mim mesma de crescer”.

Na lista de tarefas feitas durante o gap year, estão um voluntariado na Argentina, o tempo dedicado à fotografia e a oportunidade de trabalhar em laboratório, junto a um professor da Universidade Federal de Itajubá. Com o período de aprendizado por lá, teve contato com estudantes universitários e com o dia a dia da pesquisa em um projeto com microalgas. Durante o ano, adotou uma mesma postura: “se isso não agregar à minha application, pelo menos vai agregar alguma coisa à minha vida”.

O gap year vale a pena? Como planejar?

Não vale encarar o gap year como um período tranquilo e sem planejamento. Pode ser uma chance de mudar a rotina e mesmo a forma de aprendizado, mas exige comprometimento por parte do estudante. Para além das atividades a serem desenvolvidas nesse período, está o planejamento financeiro necessário, além do cronograma de application padrão.

Afinal, para concorrer às vagas em uma instituição estrangeira, o processo de candidatura exige uma lista extensa de documentos e testes padronizados. Entre eles, as provas de proficiência, como o TOEFL, além do ACT e SAT. Some-se a isso a necessidade de demonstrar um bom desempenho acadêmico e listar as atividades extracurriculares.

Diante de uma lista de afazeres do tipo, além dos interesses pessoais para o gap year, cada aluno traça um planejamento. No caso do paranaense Leonardo Nerone, que se mudou para São Paulo e começou uma startup, além de trabalhar como desenvolvedor na Pagar.me, empresa brasileira de pagamentos online. Ele acaba de receber os aceites da Universidade da Pensilvânia e da New York University em Shanghai e pretende estudar Ciência da Computação.

Com o tempo em São Paulo, pode explorar melhor os próprios interesses. “Foi durante o gap year que comecei a me interessar por compiladores, algo que quero muito estudar a fundo na faculdade, e também por inteligência artificial”, conta ele, que recomenda a experiência a outros brasileiros. “Se você acha que vai ser uma chance de sair da zona de conforto, um período em que vai se dedicar inteiramente a algo de que gosta, acho que vale a pena”.

Para dar conta das exigências da application, Leonardo recomenda antecedência. Nem sempre é possível obter uma boa nota na primeira tentativa e vale a pena deixar um tempo extra destinado a outras tentativas. Os essays também demandam muita atenção e revisões numerosas, até a versão final. “Antes de escrever os essays, reflita muito sobre seus interesses, características e experiências reais suas que demonstram esses traços”, aconselha o brasileiro.

Em matéria de essay, o esforço é de encontrar um assunto que siga a máxima “show, not tell” – ou seja, em que o aluno não precise nomear uma qualidade sua, mas que a demonstre em uma situação. Os exemplos de Leonardo se relacionavam ao interesse por tecnologia e empreendedorismo. “Eu falei, por exemplo, sobre como criar um sistema de login quando ainda estava aprendendo a programar mudou minha forma de resolver problemas, não só em programação”, diz ele.

O que vale fazer durante o gap year? Como isso ajuda na application?

Há muitas possibilidades, incluindo oportunidades de estudo, aperfeiçoamento de idiomas estrangeiros e experiências profissionais. O caminho certeiro para decidir é combinar uma análise sobre os próprios interesses com o tipo de atividade deseja explorar antes de embarcar para a faculdade.

Também é necessário entender como cada prática pode ser relatada na application e de que maneira se “encaixa” na história contada pelo estudante. Se a intenção é descrever como o interesse pela bancada de pesquisa atraiu o candidato à universidade, talvez uma vivência na área caia bem. Se, por outro lado, o plano é demonstrar a vontade de causar impacto social, talvez a opção mais atrativa seja um voluntariado.

Definir o que fazer durante o gap year – e como aproveitar ao máximo esse intervalo – exige autoconhecimento e um cronograma bem alinhado.

Motivos para tirar um gap year

O brasileiro Ricardo Buarque listou os motivos pelos quais tirou um gap year, antes de embarcar para a graduação nos Estados Unidos. Conheça as principais razões e confira o vídeo dele para o Estudar Fora.

1 Você pode praticar um idioma estrangeiro

Para os que precisam calibrar o inglês antes de fazer a graduação fora, essa é uma chance de se engajar em atividades relacionadas ou mesmo fazer um intercâmbio. Já os que têm um bom nível de proficiência podem dar um próximo passo.

“Também é muito importante que você saiba o vocabulário acadêmico”, opina Ricardo. Como ele explica, muitos cursos de inglês no Brasil se dedicam ao vocabulário voltado à conversação e não contemplam os termos usados na academia.

2 Um ano para estudar de forma diferente

Como tendência geral, as instituições americanas exigem menos horas em sala de aula e mais estudos independentes, feitos por parte dos alunos. Passar um ano no próprio ritmo, estudando um tema em particular, pode ajudar na adaptação.

3 Mais um tempo para montar a college list

Escolher a universidade de destino demanda tempo e pesquisa por parte do estudante. “Muitas vezes, você tem que fuçar no site da universidade por horas e horas, até encontrar razões específicas pelas quais quer ir para lá”, explica Ricardo.

Fonte

 

 

 

ARII credencia novas instituições para formalização de Acordo

A Assessoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais –ARII divulga mais um resultado do credenciamento referente ao Edital nº 001/2018 que seleciona instituições com vistas à celebração de Acordo de Cooperação com a FUA para fins de fomento a projetos de ensino, pesquisa, extensão, desenvolvimento institucional, bem como a ações de intercâmbio de discentes, docentes e técnicos, e apoio à pesquisa e à Mobilidade Acadêmica nacional ou internacional.

A ARII informa que as instituições credenciadas podem enviar solicitação para propostas de Acordo endereçadas por e-mail (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.), em atenção a senhora Rita Costa.

Acesse aqui mais informações sobre formalização de acordos de cooperação. 

Acesse resultado abaixo.

 

Bolsas Integrais para curso de Políticas Públicas, Itália

A Turin School of Local Regulation (TSLR) está com inscrições abertas para o seu International Summer School ,  curso de políticas públicas na Itália que, por duas semanas, cobrirá temas relacionados à administração e regulação de serviços públicos. As inscrições podem ser feitas online até o dia 4 de junho, 2018.

Como funciona o curso de políticas públicas na Itália

O programa, que está em sua vigésima primeira edição, será realizado entre os dias 3 e 14 de setembro de 2018. Serão tratados aspectos teóricos e práticos da administração de serviços públicos locais, como regulações, taxas, consumo de água, transporte público e instalação de facilidades esportivas. Todos os módulos serão realizados em inglês – confira aqui a programação completa.

O curso de políticas públicas na Itália tem o intuito de ser verdadeiramente global: são selecionados estudantes de todos os continentes, conferindo aos participantes perspectivas internacionais sobre questões locais.

Estudantes brasileiros aceitos receberão isenção total das taxas do programa, bem como acomodação na cidade de Turim, na Itália, durante o período do curso. Despesas de alimentação e transporte serão por conta do estudante.

Quem pode se candidatar

O programa é voltado para estudantes de graduação em seu último ano, estudantes de pós-graduação ou profissionais que trabalhem com administração pública e agências regulatórias.

A seleção será feita com base em análise de currículo acadêmico e profissional e relevância para a área. As inscrições podem ser feitas online – é preciso preencher um formulário online e enviar um currículo em inglês.

Como a participação será gratuita, é necessário reservar a vaga por meio de um depósito de 150 euros – devolvidos ao fim do programa. Os estudantes aceitos serão informados até o dia 16 de junho, 2018.

Turin School of Local Regulation é uma iniciativa promovida pela Fondazione Ambiente – organização sem fins lucrativos que promove pesquisa, educação e capacitação profissional.

Fonte notícia

 

 

Como estudar para o TOEFL e suas seções

O Test of English as a Foreign Language, ou simplesmente TOEFL, se configura como um dos mais conhecidos testes de proficiência para aqueles que desejam realizar intercâmbios acadêmicos. Ele testa a capacidade do aluno em suas seções de reading, listening, speaking e writing. Ao estudar para o teste, o estudante deve levar em consideração um bom planejamento de estudos, para assim garantir seu objetivo.

Materiais gratuitos de estudo

Antes do passo a passo de cada seção, é importante ter um olhar geral sobre a prova. O Quick Prep, disponibilizado pela ETS, empresa responsável pelo exame, contém exemplos das quatro partes do teste. Também pela ETS, é disponibilizado em seu site um útil vocabulário para a prova e guias de preparação em sua Video Library. Além da própria ETS, o canal do Youtube Notefull também podem servir como fonte de conhecimento. Por fim, o aluno pode se aventurar e testar suas capacidades realizando um simulado gratuito.

Como estudar para o TOEFL: Reading

Para atingir excelência nessa seção, é importante treinar a capacidade de leitura através de conteúdos midiáticos em inglês, ou até mesmo lendo livros, expandindo assim seu vocabulário e tornando a leitura estrangeira um hábito diário. É de praxe que o teste contenha perguntas de diversos tipos de conteúdos (humanas, exatas e biológicas), afim de que seja possível analisar a capacidade de leitura do aluno, cujos conhecimentos específicos não são necessariamente requeridos.

Entre as cerca de 40 perguntas dessa seção, existem dez tipos de questões de reading:

1) Informação fatual: Perguntas sobre algo que está explicitado no texto.

2) Informação fatual negativa: Dessa vez, perguntas sobre o que não está no trecho destacado.

3) Vocabulário: Nesse caso, é necessário listar um sinônimo para o termo pedido, de acordo com as alternativas.

4) Conclusões: Em inglês, esse tipo de pergunta seria chamada de “inference question“, por descrever uma conclusão obtida com base em um texto. Ou seja, o que se pode deduzir a partir dele.

5) Propósito retórico: O estudante deve saber apontar as razões pelas quais o autor apresentou o conteúdo de determinada forma, ou estabeleceu relações entre elementos do texto.

6) Referência: É a vez de se atentar para termos como “this” e “these” e apontar a que elementos já citados eles se referem.

7) Simplificação de uma frase: Para essas questões, é importante conseguir sintetizar a ideia presente em um parágrafo ou no texto completo, sem deixar nenhuma ideia de fora.

8) Inserção de texto: Dado um trecho inicial, o estudante deve saber em qual espaço poderia adicionar um trecho, que faça sentido somado à informação original.

9) Resumo do texto: Similar à “simplificação do texto”, esse tipo de questão avalia se o aluno é capaz de identificar os principais argumentos apresentados.

10) Complete a tabela/relacione as colunas: Com uma série de informações em formato de tabela ou em duas colunas, essa categoria de perguntas pede que o estudante conecte os pontos e ideias apresentadas.

Como estudar para o TOEFL: Listening

Para a seção de listening, como o objetivo se propõe a testar a capacidade do aluno em conviver em um ambiente acadêmico, os trechos que são requeridos ao aluno compreendem palestras e conversas entre alunos universitários sobre temas afins como moradia, provas e discussões. As questões pedem que o estudante determine as principais ideias, detalhes, funções, posicionamentos, inferências e organização geral. Uma opção de treinar o listening são os TED Talks, palestras disponíveis em diversos assuntos, e podcasts, que também possuem conteúdos diversos. Simulados de TOEFL normalmente incluem arquivos de áudio similares àqueles que caem na prova.

Como estudar para o TOEFL: Speaking

No blog do site Magoosh existe uma lista de temas possíveis e detalhes sobre as questões dessa seção. É importante treinar considerando o tempo disponível para o estudante falar e fazer anotações.

Existem três tipos de questão no speaking:

1) Questões independentes: São questões gerais sobre a vida ou opiniões. É interessante já ter respostas prontas, considerando as listas de perguntas e temas comuns e o tempo máximo de resposta. Uma dica é que as respostas não precisam ser necessariamente verdade!

2) Questões integradas com texto e áudio: Nesse tipo de questão será necessário que o aluno leia um texto e ouça um áudio sobre assuntos que se complementam, e a partir disso junte as informações e explique.

3) Questões integradas com áudio: Nessa questão, o aluno ouvirá a uma conversação e a uma palestra, mas dessa vez não lerá um texto. Depois ele terá que descrever o problema que o estudante estava comentando, duas soluções propostas nas gravações e depois falar qual solução você prefere e porquê, de forma coerente.

Como estudar para o TOEFL: Writing

Nessa seção, o estudante deve elaborar dois textos. Um é integrado a texto apresentado e um áudio, e o estudante escreverá como as duas passagens se relacionam, resumindo as ideias apresentadas, e o outro é um ensaio independente, defendendo um ponto de vista. Para treinar, além de praticar a escrita, considerar os temas possíveis, aumentar o vocabulário e saber conectar seu texto são itens essenciais. A plataforma TOEFL Resources apresenta exemplos de redações adequadas para a prova.

Fonte notícia.